Primeiramente gostaria de exteriorizar minha imensa felicidade em fazer parte de um blog composto por cidadãos idôneos e de tão imaculada índole, o qual eu me enquadro. Apenas lamento a ausência de um ritual de iniciação que certamente nos proporcionaria maior regozijo.
Rituais são a manifestação concreta de uma abstratividade oriunda de uma ideologia ecumênica que tem por objetivo lograr algum êxito material e/ou sensitivo muito,
praticado por sociedades secretas (não mais tão secretas assim) da antiguidade. Algo, tavez, sombrio, de eficiênia questionável mas que sem dúvida é um ótimo placebo espiritual.
Uma coisa que muito me intriga, desde que eu consigo me lembrar que penso, é o fim do mundo. Existe coisa mais sinistra e fantástica quanto imaginar que algo tão grandioso é, ao mesmo tempo, tão frágil? Uma bolha flutuando no espaço e entortando nossas vidas e nos fazendo de tolos. Inúmeras datas foram definidas e configuradas como o fim trágico de nosso planeta, profecias bíblicas, maias e até "Nostradâmicas", mas ainda estamos aqui, pelomenos é o que parece. Somos todos sobreviventes de destinos trágicos, mas que todos sabem que não será para sempre.
Sabres de luz, exército da salvação com bíblias sob as axilas, palavras ao vento, metralhadoras e atiradores de elite, Darth Vadder, o Chapolin Colorado; cada um pede ajuda aos céus do seu próprio jeito, mas a verdade é que ninguém além de CHUCK NORRIS, será capaz de evitar o apocalipse.
Esses são os sons que perturbam e acalmam. As críticas que exultam, entristecem e inebriam.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Deus Ama, O Homem Mata 1 - Sobre a Indústria Evangélica
Sabe, muita gente me chama de filósofo e digo para essas pessoas de todo coração: Vão se Foderem!
O Povo sai por aí, dizendo que religião não se discute, mas como hoje eu to retado na moléstia vou dizer o que penso a respeito, porque eu posso e porque isso é pura vaidade.
Definitivamente não gosto de nenhuma espécie de superstição, por quê? Me aborrece, gente idiota que joga suas vidas e seu poder sobre as coisas latrina abaixo, reservando as decisões de sua vida - entregando de bandeja - sua visão sobre o mundo a um filho da p&¨$@ iletrado, ignorante, cuja única habilidade comprovada é a de charlatão. Primeiro ele começa pregando nas portas, indo de casa em casa, levando a palavra do senhor: "ide ao mundo e prega a palavra de Deus..." repete ele pra você de manhã cedo depois de tocar na sua porta, atrapalhando sei lá as coisas que você faz quando acorda, e fica sozinho em casa. Claro!
Depois ele não se conforma com isso, em infectar a cabeça das pessoas com sua visão distorcida e PESSOAL do cristianismo e decide fazer reuniões em sua casa, cobrar um valor simbólico, ops... A palavra não é cobrar, mas deixar claro que todo mundo deve dar a Deus o que é de Deus, mesmo que sejam algumas moedas romanas. Enfim, isso não importa. Cada vez mais pessoas vão chegando, sua casa – a casa do senhor – acaba ficando apertada, e os vizinhos, hereges servidores do inimigo vão reclamar dos louvores, que estão atrapalhando o sono do Satanás. Enfim, ou ele levanta umas paredes num terreno sem dono, ou aluga um local com as economias da “nossa pequena igreja”. O mais provável é a primeira opção que é executada com trabalho gratuito dos fiéis. Vou pular a parte em que a igreja cresce mais ainda, que começa a funcionar de segunda a segunda, da manhã a noite; que são contratados mais pastores, pessoas ganham cargos, e logo levantam mais uma igreja num bairro próximo, e logo outra, mais outra, concluindo torna-se uma grande empresa atuando sobre todo pais, levantando palácios, seus pastores moram no mais alto luxo, andando em carros importados e tomando banho de dinheiro, melhor: limpando o c* com dinheiro.
Pulei muita coisa, mas digo: que qualquer um desses pastorzinhos podem ser um Malafaya, um Edir Macedo, entre outros. Vou dizer a você seu OTÁRIO, que dá o seu suado dinheiro pra esses crápulas, você seu IDIOTA, está sendo enganado. A vida é muito mais do que isso, e nada do que se tem numa igreja tem haver com Deus, mas sim com indústria, dinheiro e canalhice.
Me aborreci e estraguei o post.
PS( Por ordem do Chefe do Blog): todos tem seu direito de resposta.
NAS SARJETAS DO TERCEIRO MUNDO
Nas sarjetas do terceiro mundo (Guto)
Bem, ai vai meu primeiro post(de verdade) balbuciante para este belo blog recém nascido. Devo, antes de mais nada, confessar que estou profundissimamente e de forma bastante piegas emocionado ao extremo com esse fato. Entretanto penso comigo mesmo, nada melhor pra fazer, pois, apesar de afirmarem piamente por ai que duas cabeças pensam melhor do que uma, silogismo da Mrs Tolice, eu costumo crer na minha verdade absoluta de que uma cabeça louca pensa melhor do que mil.
É um pensamento deveras revigorante. Com o mesmo, eu sento nas sarjetas do terceiro mundo e olho para cima tentando enxergar o céu azul, mas só enxergo as faces inverossímeis transitando na cidade com seus próprios problemas indissolúveis, culpem o Devir vital, cuspam na face de Heráclito, rasguem as páginas dos pré socráticos e voltem a ser vocês mesmo, enquanto eu permaneço aqui em baixo, nas sarjetas do terceiro mundo, tentando ser subterrâneo e torcendo, a cada maldita tragada dionisíaca, para que o vento norte não bagunce minhas entranhas anímicas. É DOCE A ILUSÃO.
Sentando nas sarjetas do terceiro mundo as expectativas hão de ser diferenciadas e cada sorriso há de ser uma jóia à parte, talvez por sua raridade, talvez pela mais completa carência da minha parte, uma espécie de timidez, que me envergonha diante da vergonha alheia e faz me querer o oculto das sujeiras que rastejam nas sarjetas do terceiro mundo. Quem me trai a consciência é uma mentira contada como uma faca apontada por si mesmo para a própria carótida pulsante.
Certa vez, sentado nas sarjetas do terceiro mundo me falaram de verdades e me falaram de Deus. Pensei: “Deus, um delírio?” E eles ousaram esconder minha voz para todo o sempre, e não foi só isso, travestiram toda uma geração de farrapos, e eles adoraram e viram que era bom. Foi assim que fez se luz? Ou foi assim que os querubins sitiaram o Edem? Quem sabe? Só sei sobre aquele papo de estar condenado ao conhecimento de não saber de nada. Pois bem, sabem do que eu estou falando. Culpem Prometeus, ele nos deu o fogo.
Agora percebi, esqueci de postar!!!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Curado de Mim Mesmo
Como se fala em algum lugar "O pior inimigo que tenho sou eu mesmo", sabe, a maioria dos problemas que temos, nós mesmos causamos (ô neh, claro dããã); mas o pior, que não único e exclusivamente por ações, mas dentro da própria cabeça.
"Vivo mais na cabeça do que em qualquer outro lugar", eis o mal.
Como discuto muito, pensamentos parecem não ser coisas boas, "o homem não nasceu para pensar, mas sim para viver", enfim, pensar ou não pensar, eis a questão:
Platonismo velho, caso grave, por que? Vou dizer, as vezes você está pleno e convicto que não tem fanatismo algum, que como pessoa normal, gosta de coisas na medida normal e as faz da maneira mais normal possível! Você tem felicidades e desejos normais, e está longe de ser vítima de qualquer mistificação. Cuidado com a palavra normal, e mais cuidado ainda em imaginar que tem consciência de que ninguém é normal, logo você também não é normal e que isso não vai te atrapalhar.
Há muito engano, suas tristezas e frustrações, elas nunca se curam de um jeito comum (quase que indolor) deve se abrir o olho bem aberto a problemas que se resolvem sem nenhum sofrimento profundo. As pessoas que se curam "facilmente" sei lá de que coisa, são as mais propensas a o enlouquecimento e acredite que grande parte das pessoas que você conhece, todas elas são piradas em alguma instância; a falta de narrativa e chão da coisa é que as deixa alienadas ante esse entorpecimento da visão do sí mesmo. Enquanto você vai levando sua vida de belezuras sinteticamente perfeitas, incondicionalmente vai jogando todos esses dissabores na lata de lixo do subconsciente e lá no fundo, isso está te ferrando aos poucos. Essas coisas te infectam no âmago, nos pensamentos, nas idéias, nos sonhos e planos para o futuro, você acaba acreditando que é mais capaz, quando seus próprios objetivos vão te incapacitando, você não cresce, sofre da desnutrição de novos horizontes, você envelhece e se torna inútil e incorrigível, e acha que está apenas seguindo o seu caminho, as suas opções e conseqüentemente vivendo sua vida.
Cuidado mesmo velho, com seu amor que pode não ser mais nada do que uma projeção de suas patologias íntimas as quais você tem tanto medo, que só funcionam em você quando você mesmo não está por perto para refletir ou sequer perceber que existem. Gostar das pessoas pelos motivos errados ou sem motivo algum, estar subitamente apaixonado numa manhã, decidido por essa paixão a noite e desiludido na manhã seguinte. Pessoas apaixonadas sem alguma espécie de visão da coisa (paixão é um lance complicado de lhe dar) são pendentes as ilusões até porque o plano de fundo para uma paixão, é uma ilusão. É duro de admitir, mas é indispensável que se tenha em mente motivos claros para condicionar porque gosta-se de uma pessoa, mesmo que esses sejam fúteis ou sem grande brilho algum. Certo é que se você não tenta pensar que espécie de lucro tem com esse sentimento, se você está disposto a sofrer calado por essa pessoa, a se submeter a ela mesmo que seja ela uma opressora das suas ações e apenas lhe cause alguma tristeza, é certo que você não a ama, ela é um subterfúgio para coisas que você não quer encarar. Exemplo claro quando se fica com alguém apenas para não ficar sozinho.
Auto-imagem é outro grande arcabouço, o "eu" falando de maneira íntima, o que você acha que "é" como pessoa, ou o que pensa a respeito de si mesmo; cuidado com seu "grande talento", seu imenso medo ou anseio. Tente examinar com cuidado tudo aquilo que te causa de alguma maneira ansiedade. Os choques inusitados quando alguém te fala a respeito e isso de alguma maneira te incomoda ao ponto de te aborrecer sem motivo algum aparente. Se você quer a cura, de si mesmo, esteja disposto ao julgamento, fique perto das pessoas que não te enganam a respeito dos fatos, aqueles amigos que te conhecem intimamente, que de alguma maneira parecem chatos quando discordam dos seus "sentimentos verdadeiros" ou posições resolutas a respeito das coisas. Há duas escolhas claras: viver como um cego, surdo e mudo, com uma felicidade de alguma maneira doentia e insatisfatória; ou viver todos os dias os dissabores dos sentidos, atento as coisas ruins que acontecem (e são muitas), mas sempre consciente de que quando tem uma felicidade, ela pode não ser a maior do mundo, mas é uma felicidade sincera e saudável.
O ideal, cuidado com sua crença, com sua interpretação de "deus" no que ou em quem seu deus pisa para que sua afirmação como soberano esteja clara. Uma tendência maléfica as pessoas religiosas é a de aceitar o sofrimento como castigo, penitência. É sofrer terrenamente por uma salvação eterna. O que sei é o seguinte: se de fato há um deus, e ele ama os homens, de maneira alguma ele os criou para o sofrimento. Se você se submete a penitência, se você abraça seu ideal seja qual for, como uma pretensão auto-destrutiva, pode ter certeza que é um ideal falso. De qualquer perspectiva a vida é única e não existe para o sofrimento.
Fiquem com as chamas meus amigos! - Izaque, o Prometeu do blog (Fuck Yeah!).
"Vivo mais na cabeça do que em qualquer outro lugar", eis o mal.
Como discuto muito, pensamentos parecem não ser coisas boas, "o homem não nasceu para pensar, mas sim para viver", enfim, pensar ou não pensar, eis a questão:
Platonismo velho, caso grave, por que? Vou dizer, as vezes você está pleno e convicto que não tem fanatismo algum, que como pessoa normal, gosta de coisas na medida normal e as faz da maneira mais normal possível! Você tem felicidades e desejos normais, e está longe de ser vítima de qualquer mistificação. Cuidado com a palavra normal, e mais cuidado ainda em imaginar que tem
Há muito engano, suas tristezas e frustrações, elas nunca se curam de um jeito comum (quase que indolor) deve se abrir o olho bem aberto a problemas que se resolvem sem nenhum sofrimento profundo. As pessoas que se curam "facilmente" sei lá de que coisa, são as mais propensas a o enlouquecimento e acredite que grande parte das pessoas que você conhece, todas elas são piradas em alguma instância; a falta de narrativa e chão da coisa é que as deixa alienadas ante esse entorpecimento da visão do sí mesmo. Enquanto você vai levando sua vida de belezuras sinteticamente perfeitas, incondicionalmente vai jogando todos esses
Cuidado mesmo velho, com seu amor que pode não ser mais nada do que uma projeção de suas patologias íntimas as quais você tem tanto medo, que só funcionam em você quando você mesmo não está por perto para refletir ou sequer perceber que existem. Gostar das pessoas pelos motivos errados ou sem motivo algum, estar
Auto-imagem é outro grande arcabouço, o "eu" falando de maneira íntima, o que você acha que "é" como pessoa, ou o que pensa a respeito de si mesmo; cuidado com seu "grande talento", seu imenso medo ou anseio. Tente examinar com cuidado tudo aquilo que te causa de alguma maneira ansiedade. Os choques inusitados quando alguém te fala a respeito e isso de alguma maneira te incomoda ao ponto de te aborrecer sem motivo algum aparente. Se você quer a cura, de si mesmo, esteja disposto ao julgamento, fique perto das pessoas que não te enganam a respeito dos fatos, aqueles amigos que te conhecem intimamente, que de alguma maneira parecem chatos quando discordam dos seus "sentimentos verdadeiros" ou posições resolutas a respeito das coisas. Há duas escolhas claras: viver como um cego, surdo e mudo, com uma felicidade de alguma maneira doentia e insatisfatória; ou viver todos os dias os dissabores dos sentidos, atento as coisas ruins que acontecem (e são muitas), mas sempre
O ideal, cuidado com sua crença, com sua interpretação de "deus" no que ou em quem seu deus pisa para que sua afirmação como soberano esteja clara. Uma tendência maléfica as pessoas religiosas é a de aceitar o sofrimento como castigo, penitência. É sofrer terrenamente por uma salvação eterna. O que sei é o seguinte: se de fato há um deus, e ele ama os homens, de maneira alguma ele os criou para o sofrimento. Se você se
Fiquem com as chamas meus amigos! - Izaque, o Prometeu do blog (Fuck Yeah!).
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